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domingo, 11 de junho de 2017

Japão divulga números atualizados de vítimas do terremoto e tsunami de 2011


Em março de 2011, um grande terremoto e tsunami atingiram a região nordeste do Japão. A tragédia completou seis anos e três meses no domingo.
Segundo a Agência Nacional de Polícia, o desastre deixou 15.894 mortos. Destes, 69 ainda não foram identificados. Além disso, 2.550 pessoas ainda estão desaparecidas em seis províncias.
De acordo com a Agência de Reconstrução do Japão, até o final de setembro, ao menos 3.523 haviam morrido em abrigos ou em decorrência da tragédia.
Fonte: NHK WORLD

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Situação de Tottori, uma semana após ocorrência de terremoto de 6,6 graus de magnitude


Uma semana se passou desde que um terremoto com 6,6 graus de magnitude atingira a província de Tottori, na região oeste do Japão.
Funcionários do governo provincial disseram que 18 pessoas em sete municipalidades receberam tratamentos em hospitais devido a ferimentos e problemas de saúde.
Mais de 2.600 casas sofreram danos.
O setor agrícola da província sofreu prejuízos em um total de cerca de 4 milhões e 700 mil dólares. Peras, que são produtos de especialidade da província e que estavam em fase de colheita, foram particularmente afetadas.
Danos em rodovias e rios foram confirmados em 101 localidades. Estima-se que o valor total dos danos seja de cerca de 11 milhões de dólares.
Nesta sexta-feira, em uma entrevista à imprensa, um funcionário da Agência de Meteorologia do Japão, disse que as atividades sísmicas diminuíram, porém, os tremores ainda continuam.
Fonte: NHK WORLD

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Especialista japonês diz que prédio desabou em Taiwan por defeitos de construção


Um especialista japonês afirmou que o prédio residencial que desabou no terremoto de Taiwan teria defeitos de construção.
A afirmação é do professor emérito Masanori Hamada, da Universidade Waseda, em Tóquio, que é especialista em estruturas a prova de sismos.
Ele disse que aparentemente não havia barras de reforço nas conexões entre as pilastras e as vigas em muitas partes do prédio em questão.
Segundo o professor Hamada, o concreto resiste a empurrões, mas é fraco quando puxado. Assim, sem barras de reforço, a estrutura não aguentaria tremores.
Ele disse ainda que o primeiro andar de frente para a rua tinha apenas pilastras, e não paredes, e não era forte o suficiente. Desta forma, quando o prédio tremeu, as colunas provavelmente não conseguiram suportar a estrutura, provocando o colapso do prédio.
As imagens do edifício mostram que latas tinham sido misturadas ao concreto. Para o professor Hamada, isto indica que o prédio não foi construído de maneira adequada.
Fonte: NHK World Press

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Mulher de 45 anos é retirada viva dos escombros em Taiwan


Pessoal de assistência emergencial em Taiwan conseguiu retirar viva uma senhora de 45 anos de idade de um condomínio que caiu, e isto mais de 52 horas depois da ocorrência de um forte terremoto que abalou a região sulina da ilha.
Funcionários de um centro de emergência para situações de desastre da cidade mais seriamente atingida pelo terremoto, Tainan, disseram que a mulher está passando por tratamento em um hospital depois de ter sido retirada do edifício caído na manhã de segunda-feira. Disseram ainda que ela está em uma condição estável.
Seu marido e um filho de dois anos de idade também teriam sido encontrados, porém já sem vida.
Os funcionários também disseram que um homem encontrado em outra localidade está respondendo a indagações de funcionários do setor emergencial. Porém disseram que os destroços estão impedindo uma retirada segura da vítima.
Até agora, 37 pessoas foram confirmadas como tendo morrido em consequência do terremoto de sábado. 35 delas morreram em um condomínio destruído de 16 andares.
Funcionários do governo local afirmam que mais de 100 pessoas ainda estão presas no edifício.
Tropas e pessoal de assistência emergencial estão usando dispositivos especiais e cães treinados para localizar sobreviventes.
Fonte: NHK World Press

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Mais de 120 desaparecidos podem estar presos sob escombros de prédio em Taiwan


Oficiais da cidade de Tainan afirmam que mais de 120 pessoas podem estar presas sob os escombros de um prédio residencial que desabou devido a um terremoto. Já se passou um dia desde o tremor de magnitude 6,4 que atingiu a região sul de Taiwan.
Entre as 20 vítimas fatais do sismo ocorrido na manhã de sábado, 18 morreram dentro do prédio residencial de 16 andares.
Autoridades afirmam que mais de 200 pessoas foram evacuadas ou resgatadas do local.
Oficiais do departamento de bombeiros da cidade estão realizando buscas com base em relatos de pessoas que perderam contato com parentes que habitavam o prédio.
O prefeito de Tainan, Lai Ching-te, afirmou à NHK na manhã de domingo que 132 pessoas poderiam estar presas dentro da construção. Oficiais da cidade atualizaram o número depois para 124.
Fonte: NHK

domingo, 26 de abril de 2015

Falha geológica seria causa do tremor no Nepal


Fonte: NHK
Um especialista afirma que deslocamentos ao longo de uma falha geológica em uma área de aproximadamente 15 mil quilômetros quadrados podem ter sido a causa do terremoto de magnitude 7,8 no Nepal.

Yuji Yagi, professor-adjunto da Universidade de Tsukuba, analisou dados do terremoto coletados por diferentes pontos de observação ao redor do mundo.

Os resultados indicam que o tremor ocorreu próximo à divisa entre as placas Euroasiática e Indo-australiana. Segundo ele, o movimento teria durado cerca de 70 segundos e se alastrado para a região ao leste-sudeste do epicentro.

O professor acrescenta que o impacto parece ter sido mais grave na profundidade de 15 quilômetros próximo da capital, Katmandu. Lá, a terra chegou a se deslocar 2,6 metros, resultando em graves danos.

sábado, 21 de março de 2015

Levantamento aponta que 60% dos fundos para reconstrução do nordeste do Japão permanecem intocados


Dentro de alguns dias, o terremoto e tsunami que devastaram áreas costeiras do nordeste do Japão no dia 11 de março de 2011 vão completar quatro anos. Até março de 2014, o governo japonês já havia destinado um total de cerca de 39 bilhões de dólares em fundos para a reconstrução de áreas atingidas pelo desastre. Os fundos eram destinados a projetos de construção de moradias públicas para os desabrigados e a transferência de áreas residenciais para locais mais elevados. Contudo, segundo levantamento feito pelo Conselho de Auditoria do Japão, cerca de 60% do dinheiro não foi gasto. O conselho diz que atrasos nos projetos de reconstrução são parcialmente responsáveis, e agora os auditores exortam os ministérios e agências competentes a oferecer apoio imediato para as áreas atingidas.

No Comentário de hoje, conversamos com o economista sênior Yutaka Okada, do Instituto de Pesquisas Mizuho, que vai nos explicar porque grande parte do dinheiro destinado a projetos de recuperação não foi utilizada.

“O principal motivo foi que, a princípio, o orçamento para os esforços de reconstrução eram grandes demais. Projetos de obras públicas envolvem planejamento, aquisição de terreno e muitos outros processos de coordenação. No entanto, os governos locais das áreas afetadas não dispunham de pessoal suficiente para realizar o trabalho. Mesmo projetos de construção de residências para sobreviventes enfrentam todos os tidos de dificuldades nos processos de coordenação. Isto porque, desde antes do desastre, as áreas afetadas dispunham de poucos terrenos planos, e muitos proprietários morreram na tragédia. Os planos iniciais do governo eram pouco realistas. Acreditando que deveria ajudar rapidamente a reconstruir as vidas dos sobreviventes, o governo se concentrou demais em garantir fundos e realizar os projetos com pressa.

O plano do governo também deu muita prioridade ao planejamento urbano, com base na ideia de que isso levaria à reconstrução da vida dos sobreviventes. Isso pode ser sentido em especial em regiões com economia fraca, porque elas não podiam esperar pelos investimentos do setor privado. Ainda agora, cerca de 90 mil pessoas vivem em casas temporárias. O governo poderia ter destinado mais fundos para reconstruir as vidas dos sobreviventes primeiro, incluindo encorajá-los a se mudar temporariamente para outro lugar. Pesquisas recentes mostram que apenas uma pequena parcela da população que se mudou para fora de suas cidades por causa do desastre quer voltar agora.

Se nada for feito, a população das áreas atingidas vai diminuir drasticamente. A construção de diques, estradas e casas é certamente muito importante. Mas acredito que deveriam primeiro destinar fundos para projetos que visem revitalizar a indústria local e criar empregos, para que as pessoas possam voltar para as suas cidades.

Enquanto isso, em áreas onde esta solução não é possível, é preciso usar o dinheiro para permitir aos residentes se mudar para outros lugares, assumindo que essas cidades não podem ser facilmente restauradas.

Acredito que esta é a oportunidade ideal para que o governo e todo o Japão reconsiderem o que pode ser feito para reconstruir as vidas dos sobreviventes, ao invés de se apressar para encontrar meios de gastar fundos intocados.”

quarta-feira, 18 de março de 2015

japao-tem-um-dos-maiores-danos-economicos-do-mundo-com-desastres-naturais


Relatório divulgado pelo Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNISDR) revela que em dez anos, o Japão teve o terceiro maior volume de perdas econômicas com desastres naturais. Os Estados Unidos e a China encabeçam a lista.

O levantamento foi divulgado a poucos dias da Conferência Mundial da ONU sobre o tema, marcado para 14 de março, em Sendai (Miyagi). Em termos mundiais, o valor total dos danos alcançou US$ 1,4 trilhão em dez anos.

O Japão registrou 62 grandes desastres ao longo de uma década e ficou em nono lugar em número de calamidades. Mas o terremoto seguido de tsunami ocorrido em março de 2011 teve grande impacto econômico e foi responsável por grande parte do prejuízo de US$ 239 bilhões.

Os Estados Unidos, com 212 calamidades em uma década, somou perdas econômicas de US$ 443 bilhões e a China, com 286 casos, teve danos de US$ 265 bilhões.

Outro relatório preparado pela Comissão Econômica e Social para a Ásia e o Pacífico (CESAP) da ONU, destaca que metade dos 226 desastres naturais do mundo registrados somente em 2014 ocorreram na região da Ásia e Pacífico, afetando cerca de 80 milhões de pessoas e provocando perdas econômicas de quase US$ 60 bilhões.

Ao longo de dez anos, a região também é a que mais experimentou grandes catástrofes, como terremoto e tsunami, além de fortes temporais, enchentes e deslizamentos de terras.

No levantamento de uma década, as Filipinas aparecem em terceiro lugar, com 181 catástrofes e US$ 16 bilhões em danos. A Índia está em quarto lugar com 167 desastres e US$ 47 bilhões, seguida da Indonésia (141 calamidades e perdas de US$ 11 bilhões).

Em comunicado, a chefe do Escritório da ONU lamentou que apesar da melhoria na gestão de desastres, houve 700 mil mortes e cerca de 1,7 bilhão de pessoas tiveram suas vidas interrompidas de alguma forma devido às calamidades.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Mais de 60 tremores vulcânicos no Monte Shiratsu de Gunma preocupam a Agência de Metereologia do Japão


Fonte: Ipc digital
A Agência de Metereologia do Japão alerta para a possibilidade de atividade vulcânica do Monte Shirane Kusatsu localizado na província de Gunma, divisa com Nagano.

Segundo o boletim da Agência de Metereologia do Japão, aconteceram mais de 60 tremores vulcânicos no período das 14 às 15h30, de 23 de fevereiro, com tendência a diminuir. Mais de 50 tremores dessa natureza não aconteciam desde agosto do ano passado no arquipélago japonês.

O mesmo órgão subiu para 2 o nível de alerta de erupção por causa da elevação da cratera em mais de 1 metro, em junho do ano passado. Anunciou também cuidados com o gás vulcânico e pequenas erupções.

※ Os terremotos vulcânicos, e que de terremotos corpo vulcânica e sua vizinha. Também estão incluídos pequeno sismo, tal como não sentida no corpo. Alguns fenômeno colapso no porão do vulcão é pensado para estar acontecendo para ocorrer.
※ O tremor vulcânico, que de vibração que é observado magma e gás subterrâneo, pelo movimento ou vibração, como a água quente. Ao contrário dos sismos por ruptura de rochas, tais como subterrâneo, o movimento é, por vezes, observada ao longo de várias horas em alguns casos, algumas dezenas de segundos, que é muitas vezes o início eo fim da vibração não pode ser claramente observada.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Cientistas fazem avanços em alerta de tsunami



Fonte: Ipc Digital
O tsunami devastador de 2004, no Oceano Índico, levou a uma maior cooperação global e aperfeiçoamento das técnicas para detectar ondas gigantes causada por abalos sísmicos.

Há dez nos atrás, os países do Oceano Índico não contavam com um sistema de alerta, pois não haviam registos de tsunamis na área na história recente.

O principal órgão de monitoramento do mundo, o Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico, com sede no Havaí, focava apenas nas áreas propensas a terremotos ao logo do Anel de Fogo do Pacífico, incluindo o Japão e a América do Sul.

“Nós não estávamos em uma posição adequada para responder rapidamente a um evento de grandes proporções”, disse um dos diretores do centro à agência AFP.

Dez anos depois do desastre de 2004, a área do Oceano Índico é constantemente monitorada por cientistas americanos e a comunidade internacional estabeleceu um novo sistema de alerta, que terminou de ser implantado no ano passado.

“A comunidade científica que estuda tsunamis cresceu muito desde 2014”, disse um cientista da Agência Nacional Oceânica e Atmosférica à AFP. “Antes de 2004, cerca de 100 cientistas estudavam tsunamis, hoje, já existe pelo menos 1.000 profissionais especializados.” completou ele.

Em 2011, após o grande terremoto de Tohoku, no Japão, três bóias oceânicas detectaram o primeiro tsunami. Duas bóias americanas e uma russa. Mesmo sem um acordo de compartilhamento de informações na época, Rússia e EUA compartilharam informações e os cientistas conseguiram prever com certa precisão a passagem da onda gigante pelo arquipélago do Havaí até atingir a costa americana.

Atualmente, o Japão conta com dezenas de bóias detectoras espalhadas por toda a sua costa.

domingo, 26 de outubro de 2014

Vítimas do Monte Ontake morreram devido ao hábito de tirar fotos, dizem legistas




Fonte: Ipcdigital e Agências
Novos detalhes estão surgindo sobre os momentos finais das vítimas da erupção do Monte Ontake, que ocorreu no mês passado na região central do Japão.

Esta semana, legistas confirmaram que das 57 vítimas fatais da tragédia, 20 foram mortas instantaneamente quando foram atingidas na cabeça ou no pescoço por rochas e detritos expelidos pelo vulcão.

Um médico envolvido na identificação dos corpos disse ao jornal Mainichi Shimbun que cerca de metade das vítimas haviam tirado fotos momentos antes de serem atingidas por detritos e pela nuvem de cinzas. Muitas da vítimas foram encontradas ainda com os celulares nas mãos.

Ainda segundo os legistas entrevistados pelo jornal, muitas das pessoas que morreram durante a erupção poderiam ter escapado da tragédia se não tivessem parado para tirar fotos da imensa nuvem que se formava. O jornal não deixa claro, porém, como os legistas chegaram à essa conclusão.

Seis pessoas continuam desaparecidas no Monte Ontake, mas devido as condições climáticas extremas do local, o governo japonês suspendeu as buscas até a próxima primavera, quando o gelo acumulado do inverno começar a derreter.
Vídeo amador feito por um dos sobreviventes:

Reportagem da BBC News com imagens feitas por sobreviventes

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Buscas por desaparecidos são retomadas no Monte Ontake




Por Uehara Yuu
Fonte:NHK World Press All Rights Reserved

Equipes de resgate que procuram por desaparecidos no Monte Ontake, região central do Japão, encontraram os corpos de mais três pessoas.

Na terça-feira, cerca de mil policiais, bombeiros e membros das Forças de Autodefesa retomaram as buscas por 12 pessoas que, acredita-se, estão desaparecidas na montanha desde que ela entrou em erupção, em 27 de setembro.

A operação de resgate havia sido suspensa nos dois dias anteriores devido à passagem do tufão Phanfone.

Até o momento, foram confirmadas as mortes de 54 pessoas na erupção. Trata-se do pior desastre vulcânico do Japão em 70 anos.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

16 montanhistas ainda se encontram desaparecidos no Monte Ontake




Por Uehara Yuu
Fonte:NHK World Press All Rights Reserved

Funcionários do governo provincial de Nagano disseram que 16 montanhistas ainda se encontram desaparecidos no Monte Ontake.

O vulcão que se estende pelas províncias de Nagano e Gifu entrou em erupção no sábado passado. Até agora, 47 pessoas morreram no pior desastre vulcânico ocorrido pós-guerra no Japão.

A estimativa do número de desaparecidos foi divulgada nesta sexta-feira.

Policiais, membros da Força de Autodefesa do Japão e bombeiros planejam reiniciar as buscas quando o tempo melhorar.

Acredita-se que a atividade vulcânica continue, mas a fumaça não é visível devido ao mau tempo.

A Agência Meteorológica alerta que a atividade poderá se intensificar e está pedindo às pessoas que se encontram dentro de um raio de 4 quilômetros das crateras a tomarem cuidado com o lançamento de pedras e fluxos de gás quente e cinzas.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Número de mortos em erupção no Japão sobe para 51





Por Uehara Yuu
Fonte:NHK World Press All Rights Reserved
Autoridades japonesas confirmaram a morte de mais quatro pessoas devido à erupção do Monte Ontake na semana passada. Agora são ao todo 51 o número de mortos. Outras 12 pessoas estão desaparecidas.

No sábado, cerca de mil membros da Força Terrestre de Autodefesa, policiais e bombeiros trabalharam na busca pelas vítimas. Eles encontraram quatro próximo e ao redor do pico. A morte deles foi confirmada mais tarde.

A operação de busca no domingo foi cancelada devido a um tufão que se aproxima.

O vulcão entrou em erupção no dia 27 de setembro.
 

domingo, 5 de outubro de 2014

Aumenta o número de mortes confirmadas no Monte Ontake





Fonte: Nhk World
Membros de equipes de resgate encontraram sábado mais 4 pessoas com parada cardíaca ou respiratória no Monte Ontake, na região central do Japão. Mais tarde, foi confirmada a morte de uma delas.

A erupção do vulcão aconteceu há uma semana. Até agora, 48 pessoas foram confirmadas como mortas no pior desastre vulcânico do Japão desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Autoridades tinham anunciado, na sexta-feira, que 16 montanhistas continuam desaparecidos.

Cerca de mil policiais, bombeiros e integrantes da Força de Autodefesa reiniciaram as buscas por vítimas na manhã de sábado. Os membros das equipes expandiram suas áreas de busca até as encostas do monte, que não possuem trilhas. Eles usaram detectores de metais e longos bastões para procurar por montanhistas, que ainda podem estar presos na área. Os membros encerraram as buscas nesse dia às 3 da tarde.

As equipes de resgate estão lutando contra o tempo nas suas operações à procura de montanhistas antes da chegada do tufão Phanfone à região, prevista para segunda-feira.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Monte Ontake, no Japão, continua em erupção na terça-feira



Por Uehara Yuu
Fonte:NHK World Press All Rights Reserved

A Agência de Meteorologia do Japão está advertindo a população a não se aproximar do Monte Ontake.

A erupção continuava na terça-feira, três dias após o seu início. A agência informa que a população deve tomar cuidado com rochas e com o fluxo piroclástico a até quatro quilômetros de distância do vulcão.

Às 15 horas de terça-feira, no horário do Japão, a Agência de Meteorologia informou que o vulcão continuava em erupção e que a fumaça vulcânica havia se elevado a uma altura de 400 metros sobre as crateras, e estava sendo carregada pelo vento na direção sudeste.

Aumentou ligeiramente a intensidade de tremores que indicam atividade vulcânica entre a noite de segunda-feira e a madrugada de terça-feira, voltando a diminuir e a aumentar outra vez pouco depois das seis horas da manhã.

A Agência de Meteorologia informa que não foram observadas grandes mudanças nas atividades vulcânicas, mas que as atividades subterrâneas estariam ficando um pouco mais ativas.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Rochas arremessadas por erupção seriam principal causa da morte de alpinistas no monte Ontake




Por Uehara Yuu
 Fonte:NHK World Press All Rights Reserved

A polícia japonesa realizou autópsias nas 12 vítimas fatais da erupção do monte Ontake, ocorrida no sábado, descobrindo que a maioria dos mortos apresentava ferimentos.

Muitos deles foram atingidos por rochas arremessadas pela erupção do vulcão, tendo crânios e costelas esmagados. Alguns inalaram cinzas quentes do vulcão e sofreram queimaduras. No total, 69 pessoas foram feridas na erupção.

A polícia também está investigando se alpinistas morreram por inalar cinzas.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Confirmadas 25 vítimas fatais da erupção no Monte Ontake



Por Uehara Yuu
Fonte:NHK World Press All Rights Reserved

Resgatistas que trabalham no Monte Ontake, na região central do Japão, encontraram hoje 12 pessoas que sofreram parada cardiorrespiratória.

Houve a confirmação de 25 mortes desde que o vulcão entrou em erupção no sábado passado. Já o número de vítimas que sofreram parada cardiorrespiratória totalizou 23 pessoas.

Na manhã de quarta-feira, os resgatistas retomaram as buscas no Monte Ontake, em meio à contínua atividade vulcânica.

Mais de mil policiais, bombeiros e membros das Forças de Autodefesa do Japão participaram das buscas. Cerca de 180 resgatistas percorreram as trilhas até o cume do Monte Ontake. Helicópteros das Forças de Autodefesa transportaram mais de 300 outros resgatistas até áreas próximas ao cume.

As operações de busca na quarta-feira foram encerradas por volta das 15h, hora local.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Sobe o número de mortos em erupção do monte Ontake, na região central do Japão




Por Uehara Yuu
Fonte:NHK World Press All Rights Reserved

Nesta segunda-feira, a polícia japonesa confirmou mais oito mortes no desastre ocorrido no monte Ontake, que continua em erupção na região central do Japão. O número oficial de mortes até o momento é de 12.

O vulcão, que é o segundo mais alto no país, com 3.067 metros de altura, entrou em erupção repentinamente pouco antes do meio-dia de sábado, horário local. O monte Ontake é um destino popular para a apreciação das folhagens de outono.

A polícia declarou na segunda-feira que equipes de resgate encontraram outros cinco alpinistas inconscientes próximo ao seu topo. Com isso, o número de vítimas encontradas com parada cardíaca e respiratória subiu para 24.

Na segunda-feira, oito vítimas foram levadas inconscientes a bordo de um helicóptero das Forças de Autodefesa até a base da montanha. No entanto, um aumento na emissão de gases tóxicos e cinzas levaram as equipes a suspender os esforços de resgate na tarde do mesmo dia.

De acordo com a polícia, até a segunda-feira, 63 outras pessoas que subiam a montanha foram identificadas com ferimentos.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Monte em erupção provavelmente teve fluxo piroclástico




Por Uehara Yuu
Fonte:NHK World Press All Rights Reserved

Um especialista em vulcões afirma que a erupção do Monte Ontake provavelmente desencadeou um fluxo acelerado de rochas e cinzas chamado tecnicamente de fluxo piroclástico.

Shigeo Aramaki, professor emérito da Universidade de Tóquio, analisou um vídeo que mostra a erupção.

Imagens da encosta sul exibem uma grande quantidade de fragmentos que descem a montanha em alta velocidade, com uma substância branca, semelhante a fumaça, se elevando na extremidade.

O professor afirma que a substância branca é, provavelmente, vapor que se forma quando rochas e outros fragmentos do vulcão ingressam em riachos da montanha.

Aramaki diz que a velocidade e a cor das aglomerações de fragmentos indicam que a temperatura estava relativamente baixa para um fluxo piroclástico e, portanto, magma pode não ter estado presente.

Além disso, ele afirma que atividades vulcânicas podem ter continuidade por longos períodos quando envolvem magma. Destaca que, para se certificar, especialistas terão de examinar as rochas vulcânicas.
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