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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Japão declara que gastos com forças americanas no país são adequados



O secretário-chefe do gabinete japonês, Yoshihide Suga afirmou que o país paga um montante adequado dos custos do exército americano lotado no Japão(principalmente em Okinawa), conforme o acordo entre os dois governos.

Suga deu a declaração a repórteres na quarta-feira. No entanto, ele se recusou a comentar o pedido do presidente Donald Trump para que o Japão pague mais para sediar as forças americanas.

Apesar de estar ciente da declaração sobre o assunto feita por Trump em Londres, na terça-feira, Suga disse que vai se abster de comentar cada uma das afirmações.

Ressaltou também que vai evitar revelar detalhes das conversas diplomáticas entre os líderes dos dois países. Trump disse que pediu que o premiê japonês Shinzo Abe ajude os Estados Unidos já que "o Japão é uma nação muito rica".

Fonte: Nhk world press 04/12/19

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Trump espera que o Japão pague mais por bases americanas no país


O presidente dos EUA, Donald Trump, disse esperar que o Japão pague mais para sediar bases militares americanas.

Trump fez o comentário durante reunião com o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, em Londres na terça-feira. O presidente americano disse que pediu ao premiê japonês, Shinzo Abe, o qual descreveu como um amigo, que ajude os EUA "porque o Japão é uma nação muito rica". Trump disse que Abe "vai fazer muitas coisas".

Japão e EUA debaterão os custos no ano que vem.


Fonte: NHK WOrld PRESS All RIGHTS RESERVED 04/DEZ/19

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Manifestantes realizam protestos diante de base militar dos EUA em Okinawa


01/11/18
Cerca de 50 pessoas se reuniram diante de uma base militar dos Estados Unidos em Henoko, na cidade de Nago, para protestar contra o reinício dos trabalhos de aterramento visando a construção de uma nova base aérea na província de Okinawa, no sul do Japão.

A construção está sendo feita pelo governo central para a transferência da base aérea de Futenma, pertencente ao Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, localizada em uma área densamente povoada na mesma província.

Na quinta-feira, manifestantes gritavam do lado de fora da base americana situada em uma área adjacente ao planejado local de aterramento em meio ao reinício dos trabalhos.

Uma mulher na faixa etária dos 50 anos disse estar chocada, revoltada e insatisfeita ao ver o reinício dos trabalhos logo após um governador que se opõe à transferência da base ter sido eleito.

Algumas pessoas também protestavam em alto-mar dentro de seus barcos e canoas, tentando se aproximar da área ao largo da costa onde ocorrem os trabalhos. Elas foram contidas por embarcações da Guarda Costeira.
Fonte: Nhk World

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Área no centro de Naha é evacuada para remoção de bomba da Segunda Guerra Mundial descoberta em Okinawa


Peritos na desativação de explosivos removeram no sábado, na província de Okinawa, sul do Japão, uma bomba de artilharia de grande porte, remanescente da etapa final da Segunda Guerra Mundial.
Pesando cerca de 50 quilogramas e com um comprimento de aproximadamente 70 centímetros, a bomba foi descoberta em novembro, dentro de uma área para construção de um hotel, no centro da cidade de Naha. Acredita-se que a bomba tenha sido disparada a partir de um avião de guerra dos Estados Unidos durante a Batalha de Okinawa, em 1945.
Para a realização dos procedimentos, cerca de 2.500 pessoas foram evacuadas da área na cidade. Efetivos da Força Terrestre de Autodefesa do Japão desarmaram o detonador da bomba. A operação foi completada com segurança em cerca de 40 minutos.
Fonte: NHK WORLD 19/01/2018

terça-feira, 25 de abril de 2017

Governador de Okinawa disposto a entrar com novo processo contra governo japonês



O governador de Okinawa, no sul do Japão, disse que vai tomar todas as medidas legais possíveis para suspender a construção de uma nova base militar dos Estados Unidos na província.
Falando à imprensa na terça-feira, o governador Takeshi Onaga disse que ignorar a importância da preservação ambiental é um ato ultrajante, dado que as obras podem destruir o ecossistema dos recifes de coral. Onaga disse ainda que vai fazer o possível para cumprir a promessa feita ao povo de Okinawa e evitar que o governo central japonês construa uma nova base em Henoko.
Segundo o governador, se confirmada qualquer destruição desautorizada nos recifes, ele vai responder firmemente com um novo processo legal ou outras medidas. Onaga disse que vai pedir ainda a colaboração de grupos ambientalistas para parar o governo central.
Ele disse também que está considerando todos os aspectos da questão e discutindo com advogados a revogação da licença que permite a construção do aterro para a nova base.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Cerimônia em Okinawa marca devolução parcial de área militar americana ao controle japonês


Ontem dia 22 de dezembro,quinta-feira, o governo japonês realizou uma cerimônia em Okinawa para marcar a devolução de parte de uma grande área de treinamento militar dos Estados Unidos na província, localizada no sul do Japão.
A Área de Treinamento do Norte é o maior campo militar americano em Okinawa, ocupando parte de duas cidades. Cerca de metade dela, uma área de aproximadamente 4 mil hectares, foi devolvida ao controle japonês na quinta-feira. A devolução foi feita segundo um acordo bilateral firmado em 1996.
A transferência foi realizada após o fim das obras de construção de seis heliportos militares para as aeronaves americanas de rotor giratório Osprey. Tais obras eram uma das condições estipuladas no acordo para a devolução do terreno.
Segundo o secretário-chefe do Gabinete do Japão, Yoshihide Suga, trata-se da maior devolução de terreno desde que o governo dos EUA entregou Okinawa ao controle japonês, em 1972.
Suga afirma que isso levou a uma redução de 20% da área terrestre usada pelas forças americanas na província. Além disso, irá contribuir significativamente nos esforços para reduzir o fardo de Okinawa em receber diversas bases militares dos Estados Unidos.
No entanto, o secretário-chefe também reconheceu que a construção dos heliportos representa um aumento do fardo okinawano.
Yoshihide Suga declarou que o governo promete dar assistência financeira e tomar outras medidas para ajudar no desenvolvimento do terreno devolvido, conforme pedido anterior das duas municipalidades envolvidas.
Fonte; NHK World

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Parte de área militar americana em Okinawa vai voltar a ser controlada pelo Japão


Os Estados Unidos e o Japão anunciaram que, a partir de quinta-feira, mais da metade de uma área de treinamento das forças armadas americanas na província de Okinawa vai voltar a ser controlada pelo governo japonês.
Fonte: NHK WORLD

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Assembleia de Okinawa vai protestar contra Osprey




Membros da Assembleia Provincial de Okinawa estão planejando adotar uma resolução exigindo a retirada dos Osprey, aviões militares de transporte dos Estados Unidos, da província de Okinawa.
Na terça-feira um desses aviões de rotor giratório caiu e ficou bastante avariado perto de um recife ao longo da costa da ilha principal da província de Okinawa.
Os blocos dominantes na assembleia decidiram propor esta resolução num protesto sobre o acidente, que será realizado na quinta-feira da semana que vem, último dia da atual sessão.
Eles vão discutir o conteúdo da resolução com grupos de oposição, mas a resolução deverá ser adotada por voto de maioria, mesmo se a oposição não concordar com o conteúdo da mesma.
Os protestos contra o uso de aviões Osprey estão aumentando nas assembleias de pequenas e grandes cidades de Okinawa.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Governador de Okinawa exige fim do uso de avião militar dos EUA


O governador da província de Okinawa, Takeshi Onaga, conclamou os militares dos Estados Unidos a cancelarem o uso de seu avião do tipo Osprey, após um pouso de emergência realizado pela aeronave no mar.
Onaga se encontrou na quarta-feira com o chefe do Birô de Defesa de Okinawa, subordinado ao Ministério da Defesa do Japão, e com o embaixador do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão, encarregado dos assuntos de Okinawa.
Ele disse estar chocado porque as preocupações dos residentes a respeito da segurança do Osprey se tornaram realidade.
Manifestando ira e frustração a respeito do incidente, Onaga exigiu que os voos dos Ospreys sejam imediatamente suspensos e que o emprego da aeronave seja cancelado.
Os representantes ministeriais disseram à Onaga que apresentaram um forte protesto ao lado americano.
Acrescentaram que os militares dos Estados Unidos responderam prometendo que a aeronave não será operada até que sua segurança seja confirmada.
Fonte: NHK WORLD

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Caças Harrier vão voltar a decolar de Okinawa após acidente


O Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos no Japão planeja retomar a operação de voos da frota Harrier ainda nesta semana. No mês passado, um avião dela caiu em Okinawa, província no sul japonês.
Na quarta-feira, o chefe das forças armadas americanas em Okinawa, o tenente-general Lawrence Nicholson, disse em uma entrevista coletiva que os voos vão ser retomados já na sexta-feira.
No dia 22 de setembro, um caça Harrier da Base Aérea de Kadena caiu no mar a cerca de 150 quilômetros a leste da principal ilha de Okinawa. No dia seguinte, a frota de aviões do modelo passou a ser proibida de decolar.
Segundo Nicholson, análises profundas da cultura de comando, de tripulações, da manuntenção e da disponibilidade de materiais foram feitas, e mostraram que a frota está pronta para voltar a voar. No entanto, ele se recusou a revelar a causa do acidente por restrições legais que envolveriam investigações pendentes.
Protestos vão provavelmente acontecer em Okinawa se os caças Harrier voltarem a voar antes da causa do acidente de setembro ser revelada.
Fonte: Nhk world

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Okinawa tem novo protesto contra presença militar dos EUA



Militares norte-americanos cometeram mais de 5.900 crimes nas Ilhas Okinawa desde 1972, quando os territórios foram devolvidos ao Japão, informa a agência de notícias do país Kyodo, referindo-se à resolução adotada na véspera por participantes de uma manifestação popular contra a presença norte-americana na região.
Dezenas de milhares de pessoas na ilha japonesa de Okinawa protestaram neste domingo contra a presença de bases militares norte-americanas na localidade. Muitos dos manifestantes estavam vestindo preto, para lamentar o estupro e o assassinato de uma moradora local. O  autor do crime é um oficail americano.
O grupo pediu uma revisão do acordo de segurança entre Estados Unidos e Japão, que sobrecarrega Okinawa com a hospedagem da maior parte das tropas americanas no país asiático. Outro tema abordado foi um plano para realocar uma estação do Corpo de Fuzileiros Navais a uma parte da ilha que é menos povoada. Esse projeto de deslocamento surgiu depois que a revolta pública entrou em erupção em 1995, após o estupro de uma menina por três recrutas americanos.
A morte de uma moradora local, que ficou desaparecida por várias semanas e teve seu corpo encontrado no mês passado, desencadeou indignação em Okinawa. Um ex-fuzileiro naval americano foi preso em 19 de maio por suspeita de abandonar o corpo da mulher, mas ainda não foi acusado de matá-la.
O governador de Okinawa, Takeshi Onaga, disse à multidão que participava do protesto que gostaria de pedir desculpas para a mulher por falhar em protegê-la.
Cerca de 65 mil pessoas participaram da manifestação, segundo a agência Kyodo News. O governo do primeiro-ministro Shinzo Abe está por trás do acordo de segurança com os EUA e deseja que o Japão assuma um papel militar maior no cenário internacional. Mas aqueles que estavam no protesto disseram que queriam um Japão mais voltado à paz.
Okinawa representa apenas 0,6% do território do Japão, mas a província abriga 74% da infraestrutura militar dos Estados Unidos e mais de metade das Forças Armadas norte-americanas no Japão. De acordo com a prefeitura das ilhas, Okinawa tem 25,8 mil militares dos EUA.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Governo japonês irá ampliar medidas contra crimes em Okinawa


Fonte: NhkWorld
O governo japonês irá intensificar medidas contra crimes em Okinawa, em seguida à recente prisão de um funcionário de base americana, suspeito de ter abandonado o corpo de uma mulher que vivia na região .
Uma equipe do governo, incluindo funcionários de alto escalão do departamento policial e autoridades ministeriais, decidiu nesta sexta feira 3 de junho a aumentar o número de policiais em cerca de 100 e mobilizar 20 carros de patrulha adicionais. Policiais aposentados serão organizados em unidades, que irão utilizar aproximadamente 100 carros de patrulha.
O governo irá oferecer subsídios a municipalidades para instalar luzes de segurança e câmeras de vigilância.
Um painel também será criado para discutir métodos de prevenção de crimes.
O secretário-chefe do gabinete, Yoshihide Suga, disse que os pontos principais do plano são o fortalecimento do sistema de patrulha e a criação de um ambiente seguro.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Navio transportando plutônio deixa o Japão rumo aos EUA



Um navio transportando plutônio do Japão para os Estados Unidos teve o início de sua jornada. A embarcação deixou o porto de Ibaraki nesta terça-feira (22) e vai entregar 331 quilos de puro plutônio nos Estados Unidos, onde será processado.
Dizem que a quantidade é suficiente para criar cerca de 40 bombas atômicas.
A transferência é parte de medidas antiterroristas planejadas pelos lideres das duas potências na Conferência de Segurança Nuclear de 2014, realizada nos países baixos.
O plutônio transferido teve sua origem em países ocidentais, comprado pelo Japão na década de 70 e foi usado em usinas nucleares na província de Ibaraki.
O governo japonês não divulgou os meios de transporte ou rotas, por questões de segurança.
Contudo, fontes afirmaram que um navio armado e sob bandeira britânica atracou no porto da província na segunda-feira, permanecendo até ser carregado com a carga.
Especialistas afirmam que a pureza do plutônio é tão alta, que ele poderia facilmente ser utilizado em armas nucleares. O material será processado em unidades americanas para evitar que seja utilizado em armamentos.
Fonte: News on Japan.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Donald Trump critica o Japão por prejudicar o emprego nos EUA e acredita que aliados devem pagar por ‘proteção’




 Funcionários do governo japonês são confrontados com uma pergunta desafiadora: quando começar o trabalho de esclarecer o mal-entendido causado por declarações do candidato a presidência dos EUA, Donald Trump, sobre as relações bilaterais?
Durante sua campanha, o candidato Republicano criticou o Japão, juntamente com China e México, dizendo que o Japão deliberadamente reduziu o valor do iene em relação ao dólar, tornando os produtos americanos menos competitivos, prejudicando o emprego nos EUA.
O empresário também afirma que o tratado de segurança bilateral de 1960 é injusto, uma vez que obriga o Estados Unidos a defender o Japão.
Em conferência de imprensa, ele critica o Japão para a compra de “praticamente nada”dos Estados Unidos. “Temos um déficit comercial com a China de US$ 500 bilhões por ano e com o Japão de US$ 100 bilhões”, disse ele.
Trump disse que a fabricante japonesa de máquinas de construção, Komatsu, ameaça a sua concorrente americana Caterpillar graças a manipulação da moeda japonesa.
O déficit comercial de bens EUA- Japão chegou a US$ 69 bilhões e com a China ficou em US$ 366 bilhões em 2015, segundo o Departamento de Comércio dos EUA.
“Vou abster-se de comentar”, disse o embaixador japonês Kenichiro Sasae em recente conferência.
No início de março, um grupo de especialistas em segurança (republicanos), incluindo ex-membros do gabinete, divulgou uma carta aberta criticando as observações de Trump sobre política externa, dizendo: “Estamos unidos em nossa oposição a presidência de Donald Trump. Sua insistência em que aliados como o Japão devem pagar grandes somas para a proteção é o sentimento de um mafioso, não o líder de alianças que nos ‘serviram’ tão bem desde a Segunda Guerra Mundial”, disseram eles. Entre eles estão o ex-secretário de Segurança Interna Michael Chertoff e o ex-representante do Comércio Robert Zoellick.
O Japão destinou US$ 1,7 bilhões para acolher bases militares norte-americanas.
Trump também criticou um acordo de livre comércio com o Japão e outros 10 países do pacífico assinado pelo presidente Barack Obama.
Fonte: Kyodo

segunda-feira, 14 de março de 2016

Oficial da Marinha dos EUA é preso em Okinawa por estupro




A polícia de Okinawa prendeu no domingo, um oficial da Marinha dos EUA por supostamente estuprar uma mulher na cidade de Naha, segundo informações divulgadas pela NHK.
Entre 1:15 e 4:05 de domingo, Justin Castellanos (24 anos), um oficial de primeira classe, é acusado de ter agredido sexualmente uma mulher, uma turista de Fukuoka, em um quarto de hotel.
Castellanos, que estava hospedado no mesmo andar que a mulher, nega as acusações: “Esta prisão é um erro”, ele disse a polícia.
Antes do incidente, a mulher tinha saído para beber. O suspeito encontrou a vítima dormindo em um corredor do hotel e trouxe-a para o seu quarto, onde o suposto crime foi cometido. Castellanos e a mulher não se conheciam antes do incidente.
Antes de prender Castellanos, a polícia verificou nas imagens de câmera de vigilância e conversou com funcionários do hotel para confirmar que o suspeito levou a mulher para o quarto, de acordo com o Jornal Asahi.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Fotos de armas nucleares em Okinawa é encontrado em arquivos nacionais dos EUA





O Arquivo de Segurança Nacional (NSA) descobriu três fotos de armas nucleares em Okinawa no ano de 1960, quando a ilha estava sob domínio dos EUA. Essa é a primeira vez que as imagens vieram a tona.
“É provavelmente a primeira vez que fotos de armas nucleares tiradas em Okinawa (antes de ser devolvido para o Japão em 1972), foram encontrados em arquivo”, disse Masaaki Gabe, professor de ciências políticas internacional na Universidade de Ryukyu.
De acordo com explicações da Força Aérea dos Estados Unidos, duas das três fotos foram tiradas em uma competição de munição de carga realizada na Base Aérea de Kadena, em 1962. A terceira foto, tirada em 1964, mostram técnicos trabalhando em um míssil nuclear, ‘Mace B’.

Texto completo em inglês

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Milhares de pessoas protestam contra base militar americana em Okinawa





Milhares de pessoas protestaram no dia Dieta Nacional, formando uma corrente humana, nesse domingo (21). O motivo da insatisfação dos presentes era a construção de uma base militar norte-americana em Okinawa.
De acordo com a imprensa local, cerca de 28 mil pessoas compareceram ao protesto, segurando cartazes em que se liam palavras como: “Chega de bases americanas em Okinawa” ou “Sigam a vontade de Okinawa e de seu povo”.
Muitas pessoas vestiam azul, a cor que simboliza Okinawa.
A construção da base militar intensificou os desentendimentos entre o governo nacional e o governo de Okinawa.
A polícia não estimou o número de protestantes que estavam na Dieta Nacional, nesse domingo.
FONTE: Japan Today

domingo, 12 de julho de 2015

Áudio do discurso de rendição do Imperador Hirohito será divulgado


A Casa Imperial do Japão informou que irá divulgar a gravação original do discurso de rendição do Imperador Hirohito, onde anuncia a rendição do Japão às forças aliadas lideradas pelos EUA, em 15 de agosto de 1945.
A fita original, conhecida como “gyokuon hoso” (transmissão imperial), tinha sido guardada pela agência da Casa Imperial e apenas uma cópia editada foi divulgada amplamente. O porta-voz a agência disse que a gravação foi restaurada ao seu estado original e será disponibilizada digitalmente no próximo mês.
“Vamos divulgar o áudio para comemorar o 70º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial”, disse o porta-voz em entrevista coletiva, acrescentando que o interesse da população pelo período Showa aumentou desde a publicação de um livro com 12 mil páginas sobre a vida do Imperador Hirohito.
A transmissão do discurso pré-gravado começou ao meio-dia do dia 15 de agosto de 1945.
“À medida que se aproximava o meio-dia, pude perceber que todas as pessoas interromperam seus afazeres, gerando uma paralização completa.” disse o advogado russo Issac Shapiro, um dos poucos estrangeiros que moravam no Japão na época.
“O imperador falou naqueles termos estranhos e arcaicos, típico japonês dos pronunciamentos imperiais. Ao invés de entender, pude sentir aquelas palavras tão diferentes do japonês coloquial que eu usava diariamente. Mesmo sem entender as palavras nobres, todos aqueles que escutavam sabiam que a guerra tinha terminado”, escreveu o Shapiro em uma edição de 1985 do The Wall Street Journal.

domingo, 5 de julho de 2015

Evacuados mortos há 70 anos nas ilhas Senkaku durante a Segunda Guerra são homenageados em Okinawa


A cidade de Ishigaki, localizada na ilha de mesmo nome em Okinawa, realizou na sexta-feira (4) uma cerimônia com a inauguração de um memorial em homenagem aos residentes mortos em dois navios de evacuação no fim da Segunda Guerra Mundial.
Segundo a NHK, as duas embarcações foram atacadas por forças norte-americanas, em 3 de julho de 1945, ao longo das ilhas Senkaku no Mar da China Oriental. Elas transportavam moradores de Ishigaki com destino à Taiwan. Mais de 80 pessoas morreram no ataque.
Setenta anos depois da tragédia, 60 pessoas se reuniram na cidade para homenagear as vítimas. Yotake Kedashiro discursou em nome da associação de famílias enlutadas. Ele afirmou que os familiares nunca se esqueceram do ataque dos Estados Unidos próximo à ilha Uotsuri.
Kedashiro espera que a homenagem continue a ser realizada em Ishigaki e que o cenotáfio (memorial fúnebre) se torne um bastão da paz. Um monumento para lembrar as vítimas foi construído há 40 anos em Uotsuri. No entanto, como muitas famílias estão relutantes em participar das cerimônias, a associação planeja realizá-las em Ishigaki.
Masako Ishigaki, uma sobrevivente que tinha 11 anos na época, disse estar grata por viver num mundo pacífico e que a guerra deve ser evitada a qualquer custo.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Visitantes oferecem preces no Memorial da Paz de Itoman


 Pessoas em Okinawa, incluindo familiares dos mortos na Segunda Guerra Mundial, visitaram o Parque Memorial da Paz da cidade de Itoman, local do último grande combate na província.
As visitas começaram na manhã de terça-feira. Os visitantes depositaram flores e ofereceram preces no monumento da paz onde estão gravados os nomes dos mortos no conflito.
Entre os visitantes, estava um homem de 77 anos de idade que perdeu os avós, seu pai e um irmão de dois anos de idade na guerra.
O homem declarou que caso a guerra não tivesse acontecido, as 240 mil pessoas cujos nomes estão registrados no local não teriam morrido. Ele disse também que mesmo depois do fim do conflito, as pessoas continuaram a sofrer com enfermidades e a fome. O homem disse ainda que 70 anos depois da batalha, ele pôde confirmar sua crença de que uma nova guerra jamais deveria acontecer.
Uma mulher de 52 anos de idade trabalha na cidade de Yaese para contar as histórias dos sobreviventes, que ora estão envelhecendo.
Ela disse que a história não pode ser modificada, mas que as pessoas podem trabalhar juntas em prol da paz e se sentirem gratas aos que morreram na guerra. A mulher disse também que pretende transmitir a importância da paz.
Fonte: Nhk
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