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quarta-feira, 18 de abril de 2018

O bloqueio de páginas de distribuição ilegal de mangá

Fonte: Nhk World 18/04/2017
Na sexta-feira passada, o governo japonês anunciou medidas para combater a distribuição não-autorizada de mangás e animês japoneses pela internet. Será criada uma comissão contando com a participação dos setores público e privado que vai estudar a criação de um marco legal. A meta é bloquear o acesso a páginas ilegais de distribuição deste tipo de material. Serão afetadas somente páginas consideradas especialmente maliciosas mas, mesmo assim, alguns grupos na indústria são contra o bloqueio.

No Comentário de hoje, vamos ouvir o professor Tatsuhiro Ueno, da Escola de Direito da Universidade Waseda. O professor Ueno é especialista em direito de propriedade intelectual, e vai nos falar sobre a questão do bloqueio.

Ele diz: "Recentemente, o número de páginas ilegais aumentou acentuadamente. Este é o caso especialmente das páginas de mangás e animês. O governo anunciou planos de pedir às telecoms a adoção de medidas para bloquear estas páginas, numa tentativa de diminuir os danos. Até o presente momento, apenas páginas de pornografia infantil eram bloqueadas.

Segundo um grupo da indústria, seus dados mostram que uma certa página ilegal chega a ter 160 milhões de acessos por mês. Os acessos são, em sua maioria, feitos de dentro do Japão. Isto significa que o número de pessoas comprando mangás e revistas está diminuindo. Calcula-se que os prejuízos financeiros resultantes das páginas ilegais sejam de cerca de 2 bilhões e 800 milhões de dólares.

Muitas destas páginas ilegais não são hospedadas no Japão. Os servidores encontram-se no exterior, e seus operadores ficam em áreas que não podem ser identificadas. Nestes casos, como a lei de direitos autorais do Japão não se aplica e elas não podem ser processadas criminalmente, as páginas não podem ser detidas. Por isso, o governo decidiu pedir às telecoms o bloqueio do acesso de usuários comuns a estas páginas ilegais.

A Constituição garante a liberdade de telecomunicação. A Lei de Empresas de Telecomunicações protege a privacidade da comunicação com base na Constituição japonesa. Infratores desta lei podem ser processados criminalmente.

Alguns dizem que, em vez de pedir às telecoms o bloqueio do acesso sem um debate adequado sobre a questão, um marco legal deveria ser adotado em primeiro lugar. Sem tal medida, o governo poderia estender seu pedido para conseguir o bloqueio voluntário com base em outras questões além dos direitos autorais. Páginas poderiam ser bloqueadas porque o governo acreditaria serem maliciosas.

A recente decisão do governo japonês provocou fortes protestos não apenas das telecoms, mas também no mundo acadêmico. Desta vez, o governo praticamente pediu para que o bloqueio fosse executado sem um debate adequado. Sob um ponto de vista global, existem alguns países que bloqueiam ativamente páginas na internet. Acredito que o sistema do Japão deveria ser discutido após se estudar a situação nestes países.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Área no centro de Naha é evacuada para remoção de bomba da Segunda Guerra Mundial descoberta em Okinawa


Peritos na desativação de explosivos removeram no sábado, na província de Okinawa, sul do Japão, uma bomba de artilharia de grande porte, remanescente da etapa final da Segunda Guerra Mundial.
Pesando cerca de 50 quilogramas e com um comprimento de aproximadamente 70 centímetros, a bomba foi descoberta em novembro, dentro de uma área para construção de um hotel, no centro da cidade de Naha. Acredita-se que a bomba tenha sido disparada a partir de um avião de guerra dos Estados Unidos durante a Batalha de Okinawa, em 1945.
Para a realização dos procedimentos, cerca de 2.500 pessoas foram evacuadas da área na cidade. Efetivos da Força Terrestre de Autodefesa do Japão desarmaram o detonador da bomba. A operação foi completada com segurança em cerca de 40 minutos.
Fonte: NHK WORLD 19/01/2018
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