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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Área no centro de Naha é evacuada para remoção de bomba da Segunda Guerra Mundial descoberta em Okinawa


Peritos na desativação de explosivos removeram no sábado, na província de Okinawa, sul do Japão, uma bomba de artilharia de grande porte, remanescente da etapa final da Segunda Guerra Mundial.
Pesando cerca de 50 quilogramas e com um comprimento de aproximadamente 70 centímetros, a bomba foi descoberta em novembro, dentro de uma área para construção de um hotel, no centro da cidade de Naha. Acredita-se que a bomba tenha sido disparada a partir de um avião de guerra dos Estados Unidos durante a Batalha de Okinawa, em 1945.
Para a realização dos procedimentos, cerca de 2.500 pessoas foram evacuadas da área na cidade. Efetivos da Força Terrestre de Autodefesa do Japão desarmaram o detonador da bomba. A operação foi completada com segurança em cerca de 40 minutos.
Fonte: NHK WORLD 19/01/2018

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Gravadora Sony Music vai retomar produção de discos de vinil no Japão



A gravadora Sony Music Entertainment afirmou que vai retomar a produção de discos de vinil depois de quase três décadas.
A Sony planeja iniciar a produção de LPs em uma fábrica na província de Shizuoka, região central do Japão, até março do próximo ano.
Segundo funcionários da gravadora, o formato voltou a conquistar popularidade, especialmente entre os jovens. Eles disseram que alguns fãs consideram as capas dos discos como obras de arte e que o vinil proporciona um som mais caloroso.
Observaram ainda que apenas uma empresa produz LPs no Japão e, portanto, não é capaz de atender à demanda.
Fonte: NHk World Press

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Saltadora em esqui japonesa acumula 50 vitórias na copa do mundo do esporte



A saltadora em esqui Sara Takanashi conquistou domingo, na Romênia, a sua 50ª vitória na copa do mundo do esporte, depois de ficar para trás na competição.
A estrela japonesa de saltos em esqui finalmente conseguiu o feito, deixando para trás um retrospecto negativo de cinco derrotas em eventos anteriores.
No domingo, Takanashi alcançou 96 metros no primeiro salto. No segundo, chegou a 97,5 metros, garantindo a liderança.
Fonte: NHK WORLD PRESS

sábado, 26 de novembro de 2016

Fidel Castro falece aos 90 anos em Cuba


Fidel Castro, ex-líder cubano, faleceu aos 90 anos de idade.
O presidente Raul Castro, seu irmão mais novo, anunciou, em rede de TV estatal na sexta-feira, o falecimento de Fidel às 10h29 da noite.
Fidel Castro liderou a revolução comunista que derrubou, em 1959, o governo apoiado pelos Estados Unidos. Durante a guerra fria ele estreitou as relações com a antiga União Soviética. Em 1962, o envio de mísseis soviéticos para o país provocou a denominada "Crise dos Mísseis de Cuba", colocando o planeta à beira de uma guerra nuclear.
Fidel transferiu o poder em 2008 ao seu irmão mais novo, Raul Castro, dois anos depois de sua saúde ter deteriorado, continuando a manter, contudo, sua influência política.
Cuba restaurou os laços diplomáticos com os Estados Unidos em julho do ano passado, encerrando décadas de hostilidades. Fidel apoiou a decisão do irmão em negociar a reaproximação.
O premiê japonês Shinzo Abe se reuniu com Fidel Castro em setembro, quando realizou a primeira visita a Cuba por um primeiro-ministro do país.
Fonte: NHK World

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Japão quer atrair 40 milhões de turistas estrangeiros em 2020


O secretário-chefe do gabinete japonês, Yoshihide Suga, disse que o Japão vai se esforçar ainda mais para atrair ao país 40 milhões de turistas estrangeiros em 2020.
Suga deu a declaração na segunda-feira, após o Ministério do Turismo divulgar que o Japão já recebeu mais de 20 milhões de turistas estrangeiros neste ano.
De acordo com o secretário-chefe do gabinete japonês, o número aumentou muito por causa de medidas arrojadas do governo para promover o turismo. Em seguida, Suga disse que a política é um dos pilares da estratégia de crescimento implementada pela administração do premiê japonês, Shinzo Abe.
O secretário-chefe do gabinete do Japão também afirmou que a marca de 20 milhões representa somente metade do número de turistas estrangeiros que o governo quer atrair em 2020.
Segundo Suga, para atingir a meta de 40 milhões, a administração Abe vai tentar atrair investimentos do setor privado para alçar parques nacionais do Japão a padrões mundiais, criar comunidades atraentes com casas tradicionais japonesas, acelerar procedimentos de imigração em aeroportos e facilitar requerimentos para chineses, indianos, russos e pessoas de outras nacionalidades tirarem o visto de turismo.
Fonte: NHK WORLD

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Motorista é condenado por acidente fatal provocado enquanto jogava Pokémon Go


Um motorista que causou a morte de mulher e ferimentos em outra enquanto dirigia jogando Pokémon Go foi condenado a 14 meses de prisão no Japão.
A sentença foi proferida na segunda-feira pela Corte Distrital de Tokushima, no oeste do Japão. Keiji Goo, de 39 anos, foi condenado por condução negligente resultante em morte e outras acusações. Este foi o primeiro acidente fatal registrado no Japão envolvendo o popular jogo para smartphone.
Fonte: NHK World

domingo, 4 de setembro de 2016

Mangá japonês chega ao fim após 40 anos




A famosa série em quadrinhos japonesa KochiKame vai acabar após quatro décadas de publicação.
O manga de  Osamu Akimoto conta as divertidas aventuras de Ryoutsu Kankichi (ou Ryo-san, como é carinhosamente chamado), um policial de meia idade corpulento que trabalha num posto de polícia próximo de Kameari Katsushika, no centro de Tóquio. Apesar do seu bom coração, Ryo-san acaba por entrar em todo o tipo de problemas para desgosto dos seus colegas e, especialmente do seu chefe Ohara Daijiro.
O cartunista Osamu Akimoto começou a publicar a série na revista Weekly Shonen Jump em 1976 e não parou desde então.
Mas a editora Shueisha anunciou no sábado que o mangá vai acabar na próxima edição da revista, que vai ser publicada no dia 17 de setembro.
Mais de 165 milhões de cópias de compilações da série já foram produzidas. O próximo volume será a sua 200ª e última edição.
Fonte: NHK World Press

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Novo filme de Godzilla destrói recorde de bilheteria no Japão




Godzilla estabeleceu um novo recorde de bilheteria no Japão.
Com o lançamento do mais novo filme da série, intitulado “Shin Godzilla”, o total de vendas de ingressos para todos os filmes do lendário monstro ultrapassou a marca dos 100 milhões de bilhetes.
Godzilla apareceu pela primeira vez nas telas do cinema em 1954. O público total dos 28 filmes anteriores produzidos no Japão somava 99 milhões e 290 mil pessoas.
Fonte: NHK World

sexta-feira, 18 de março de 2016

72% Ainu das pessoas acreditam sofrer discriminação



Uma pesquisa realizada pelo governo mostrou que cerca de 72% das pessoas da etnia Ainu (アイヌ) acreditam que existe preconceito contra elas.
Paralelamente, outra pesquisa feita com os demais membros da sociedade mostrou que, dentre esses cidadãos, apenas 17,9% acreditam haver discriminação contra a etnia de Hokkaido.
Para o Secretário do Gabinete, Yoshihide Suga, a diferença entre os dois resultados pode indicar um “entendimento insuficiente” por parte dos japoneses quanto às questões desse tipo.
“Como governo, nós devemos trabalhar para aumentar o conhecimento do público sobre o tema”, ele disse.
Essa foi a primeira vez que o governo realizou uma pesquisa em que todos os entrevistados pertenciam ao grupo Ainu.
Ainu é um grupo étnico de Hokkaido e de demais regiões próximas.
FONTE: Jiji Press

quinta-feira, 3 de março de 2016

Conheça as sukeban, uma gangue de colegiais que aterrorizava o Japão nos anos 70




Nos anos 70, o Japão foi aterrorizado por gangues sukeban de meninas adolescentes, que levavam lâminas escondidas embaixo de suas saias de escola. Sem surpresa, isso inspirou toda uma geração de cineastas e rebeldes adolescentes de hoje, é o que conta o site Broadly.
Jake Adelstein, escritor especialista em crime japonês explica que na yakuza, as mulheres não tinham e não têm autoridade e quase não há membros do sexo feminino. Na década de 70, o mundo estava falando de feminismo e libertação, e talvez elas sentissem que as mulheres também tinham o direito de ser tão estúpidas, promíscuas, viciadas em adrenalina e violentas quanto seus colegas homens, surgindo, então um grupo paralelo de mulheres que aterrorizavam.
Enquanto as integrantes das gangues sukeban cometiam pequenos crimes e brigavam com gangues rivais, elas ainda mantinham um código de justiça severo. Cada gangue tinha uma hierarquia e seus próprios meios de punição — queimaduras de cigarro eram consideradas sentenças menores por roubar um namorado ou desrespeitar outra integrante da sukeban. Essas garotas tinham seus valores morais e se mantinham firmes a eles. Uma lealdade feroz era mantida nas gangues. E, mesmo odiando o mundo, pelo menos elas estavam odiando o mundo juntas.
Para a Dra. Laura Miller, professora da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, que trabalhava em Osaka, no Japão, durante o ápice das sukeban “parecia que a rebeldia delas estava ligada ao fato de que elas sabiam que nunca se tornariam princesas de escritório ou a esposa adorável de um rico salaryman [uma espécie de executivo engravatado japonês]”.
O legado das sukeban se tornou maior que a soma de suas partes — o que começou com gangues de ladras indisciplinadas se transformou, com ajuda da bolha econômica e do crescimento da exposição na mídia, um dos principais componentes do retrato das mulheres nos anos 70.
“Havia incontáveis filmes, quadrinhos, romances, animes e também versões pornôs dos produtos sukeban da mídia”, lembra a Dra. Miller de seu tempo em Osaka. “Para as mulheres de classe média, as sukeban na mídia eram um alívio bem-vindo, um contraponto a estrelas fofas e alegres como Matsuda Seiko. Para as garotas nas escolas de classe baixa que sofriam bullying das verdadeiras sukeban, elas eram fonte de medo e distanciamento, similar a imagem que os japoneses têm da yakuza. Ao mesmo tempo, também como a yakuza, elas eram admiradas por ter seu próprio código de honra e pelo valor que davam à lealdade nas gangues”.
As gangues de garotas contemporâneas agora andam de moto, pintam as unhas e sobem as saiam como novos meios de solidariedade. Consideradas mais bem-acabadas que suas predecessoras, esses grupos ainda são conscientes de seu status de classe e construções sociais de seu país. Suas noções de sukeban podem ser romantizadas — ou como coloca Adelstein, uma “tentativa deliberada de recriar a mística das gangues, mas da maneira como isso era mostrado, não da maneira como realmente era”. Ainda honrando sua herança, essas novas gangues encontraram conforto e uma plataforma para individualidade e rebeldia que se encaixa para elas, e para mais ninguém.
FONTE: VICE

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Uzbeque preserva memória da detenção de japoneses pela União Soviética




Um grande número de militares japoneses foi detido pelas forças armadas da União Soviética e empregado em trabalhos forçados após o encerramento da 2ª Guerra Mundial. Muitos tiveram como destino a Sibéria. Alguns, porém, foram levados à região do atual Uzbequistão, na Ásia Central. Neste Comentário, o jornalista Seiichi Tsukagoshi, da NHK, fala sobre a atuação de um indivíduo do país que realiza um esforço para manter viva a memória daqueles acontecimentos.
“Calcula-se que nada menos de 600 mil militares japoneses tenham sido mantidos em campos de detenção por tropas soviéticas após a 2ª Guerra Mundial. Foram levados não apenas para a Sibéria, como também para outras áreas da União Soviética, como Moscou e a atual Ucrânia. Destes, em torno de 25 mil foram forçados a trabalhar na região do atual Uzbequistão. Eram utilizados em diversas obras de infraestrutura, como ferrovias e rodovias, além de ter o seu trabalho explorado em minas. O clima da região era mais ameno que na Sibéria, e as condições eram melhores de um modo geral. Acredita-se que, mesmo assim, aproximadamente 800 pessoas morreram de inanição. Trata-se de um fato histórico de amplo conhecimento do público no Japão. Entretanto, muitas pessoas no Uzbequistão têm ciência de que um teatro construído pelos japoneses não ruiu quando o país foi sacudido por um terremoto. Em razão desse fato, muita gente faz uma imagem favorável do Japão.
Jalil Sultanov, de 71 anos, que é curador de um museu sobre japoneses mantidos em detenção no Uzbequistão, desempenha o importante papel de conservar viva a memória daquela época. Além de documentos e fotografias, a instituição com sede na capital uzbeque, Tashkent, exibe um acervo composto de várias centenas de peças, como ferramentas confeccionadas pelos japoneses e utensílios utilizados por eles. Foi o próprio Sultanov que coletou as peças integrantes do acervo do museu, criado por ele 25 anos atrás.
Sultanov veio ao Japão pela primeira vez em janeiro, convidado pelo governo, que reconheceu os seus esforços. Na ocasião, visitou um museu de Maizuru, cidade da província de Kyoto. A instituição exibe documentos relacionados aos japoneses que foram detidos pelas tropas soviéticas. No museu, ele leu cartas nas quais familiares relatavam o quanto aguardavam o retorno dos detidos. Assim, descobriu no Japão o que não havia tido conhecimento no Uzbequistão, ou seja, o enorme contentamento sentido quando os detidos foram finalmente libertados. Os museus do Uzbequistão e da cidade japonesa de Maizuru fecharam acordo para que documentos relacionados com a ida forçada dos japoneses também sejam exibidos no país da Ásia Central. Jalil Sultanov expressa esperança de continuar a atuar como ponte entre as duas nações.”
Fonte: Nhk World

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Fotos de armas nucleares em Okinawa é encontrado em arquivos nacionais dos EUA





O Arquivo de Segurança Nacional (NSA) descobriu três fotos de armas nucleares em Okinawa no ano de 1960, quando a ilha estava sob domínio dos EUA. Essa é a primeira vez que as imagens vieram a tona.
“É provavelmente a primeira vez que fotos de armas nucleares tiradas em Okinawa (antes de ser devolvido para o Japão em 1972), foram encontrados em arquivo”, disse Masaaki Gabe, professor de ciências políticas internacional na Universidade de Ryukyu.
De acordo com explicações da Força Aérea dos Estados Unidos, duas das três fotos foram tiradas em uma competição de munição de carga realizada na Base Aérea de Kadena, em 1962. A terceira foto, tirada em 1964, mostram técnicos trabalhando em um míssil nuclear, ‘Mace B’.

Texto completo em inglês

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Projeto de ex-jogador japonês de futebol visa superar barreiras na Bósnia-Herzegóvina



No Comentário de hoje, vamos falar sobre o novo projeto do ex-jogador japonês de futebol Tsuneyasu Miyamoto. Ele foi capitão da seleção japonesa na Copa do Mundo de 2002 no Japão e na Coreia do Sul, e na Copa de 2006 na Alemanha. Miyamoto agora é responsável por um programa que vai criar uma academia de esportes voltada para a promoção da reconciliação étnica na Bósnia-Herzegóvina. A reportagem é do correspondente da NHK em Viena Kazuto Sassa.
“Após deixar os campos, Miyamoto entrou em um programa de pós-graduação de formação de executivos da área de esportes promovido pela FIFA. Ao lado de estudantes bósnios e de outras nacionalidades, ele estudou como é possível promover a reconciliação étnica através do esporte. A pesquisa o inspirou a criar sua academia esportiva.
A Bósnia-Herzegóvina possui três grupos étnicos diferentes: bosniaks, croatas e sérvios. Estimativas mostram que no começo da década de 1990, cerca de 200 mil pessoas morreram vítimas de conflitos étnicos que acabaram desencadeando uma guerra civil. Vinte anos se passaram desde o fim do conflito. Entretanto, os avanços na reconciliação étnica foram pequenos, o que vem afetando o desenvolvimento do país.
O ex-jogador japonês planeja criar uma academia de esportes na cidade de Mostar, no sul do país. A área foi palco de violentos confrontos durante a guerra. A população local é composta principalmente de muçulmanos e croatas católicos. Mas eles vivem em bairros separados. As crianças também frequentam escolas distintas, e dificilmente têm oportunidade de ultrapassar a barreira étnica. Espera-se que a academia ajude crianças de diferentes etnias a se divertir juntas com os esportes e superar a distância que separa os grupos étnicos. O plano da instituição é começar suas atividades com cerca de 80 crianças, com idades entre 7 e 12 anos. Miyamoto quer que as crianças aprendam os valores do jogo limpo e do trabalho de equipe, e eventualmente se tornem líderes em suas comunidades.
O plano da academia é abrir oficialmente em meados deste ano. Segundo Miyamoto, existem muitos desafios para o projeto, incluindo a obtenção de fundos suficientes para se manter funcionando. O ex-jogador diz que se tudo der certo, uma instituição semelhante pode também funcionar em outras áreas de conflito. Sinto que Miyamoto acredita fortemente no poder do esporte para ajudar na resolução de conflitos em todo o mundo.”

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Japão relaxa regras para fortalecer turismo no país


O governo do Japão vai facilitar ainda mais a entrada no país para conquistar mais turistas estrangeiros, especialmente de outras nações asiáticas.
O número de visitantes estrangeiros no Japão alcançou 19,73 milhões no ano passado, o terceiro recorde consecutivo.
O governo vai facilitar o pedido de visto por parte de cidadãos vietnamitas que vêm ao país a negócios a partir da segunda-feira. No mês passado, visitantes indianos também tiveram as condições para o pedido de visto relaxadas.
O governo prepara também um novo sistema para visitantes da Coreia do Sul e de Taiwan. Eles vão poder completar o procedimento de entrada no país antes mesmo de partir com destino ao Japão.
Fonte: NHK WORLD

sábado, 1 de agosto de 2015

Governo japonês anuncia o desenvolvimento de Usinas Térmicas para proteção do Meio Ambiente


Para reduzir as emissões de poluentes em 26% até 2030, o governo japonês anunciou que impulsionará o desenvolvimento de tecnologias de última geração para usinas termoelétricas.

A intenção é a proteção do meio ambiente. Segundo Yoichi Miyazawa, ministro da Indústria, o executivo criará um comitê formado por fabricantes do setor, acadêmicos e representantes do Ministério, para potencializar o uso e desenvolvimento de tecnologias avançadas. Em declaração a agência ‘Kyodo’, Miyazawa diz: “Trata-se de acelerar o desenvolvimento de tecnologia para conseguir uma maior eficiência na geração termoelétrica”.

Antes do desastre nuclear em Fukushima, a geração de energia através do carvão era de 24%, em plano energético a longo prazo feito pelo governo, acredita que chegue a 26% em 2030. Na cúpula de líderes do G7 (Grupo dos Sete), o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, declarou que o plano abrange o objetivo de reduzir emissões de gases de efeito estufa.

Fonte: Exame

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Foto de Hitler usando quimono japonês com suástica aparece na internet


Uma foto rara e inusitada do líder nazista Adolf Hitler, apareceu na internet essa semana. Na imagem, o ditador aparece usando um quimono japonês (haori) com símbolos que aparentam ser suásticas.
Embora não seja possível comprovar a origem da foto, peritos ingleses afirmam que a foto é provavelmente autêntica.
Segundo historiadores, a foto por ter sido produzida para comemorar a assinatura de um pacto entre a Alemanha nazista e o Japão imperial, em 25 de novembro de 1936.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Nagasaki adiciona nomes à lista de vítimas da bomba atômica


A cidade de Nagasaki deu início na terça-feira à tarefa anual de acrescentar nomes à lista de vítimas da bomba atômica de 1945.

A cidade começou a compilar esta lista há quase 50 anos, para homenagear as vítimas da bomba atômica e garantir que futuras gerações não se esqueceriam da enorme perda causada pela bomba.

Em agosto Nagasaki vai assinalar os 70 anos desde o ataque com a bomba atômica.
Fonte: NHK

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Gueixas e “Joshi Kosei”: dois extremos do lucrativo mercado da exploração de mulheres no Japão


Dedicadas às artes e à preservação da cultura japonesa, as gueixas atravessaram os séculos sem, praticamente, sofrer qualquer influência ocidental. Consideradas verdadeiros ícones culturais do Japão, elas são responsáveis por preservar as artes e as tradições de seu país. Especializam-se em danças, canto, música e poesia, com finalidades que vão desde entreter os clientes até acompanhá-los em eventos sociais.

Muitas vezes confundidas com prostitutas, as gueixas modernas garantem que essa prática, se existiu algum dia, ficou no passado. Preparadas desde tenra idade pelas gueixas mais experientes, normalmente donas das “ochayas” (casas de chá), as “maiko”, espécie de estagiárias, recebem aulas de postura, comportamento, maquiagem e outras disciplinas que fazem parte do dia-a-dia das mulheres que vivem dessa atividade.

Conhecido pelo seu hermetismo, o mundo das gueixas começa a dar sinais de abertura, recebendo clientes estrangeiros sem acompanhantes japoneses e permitindo que suas “maiko” falem em inglês com esses clientes.

As “ochayas” cobram, em média, U$ 250,00 pela cerimônia do chá, servida para até 6 clientes com a presença de uma maiko, pelo período de uma hora. Porém, as maiko não recebem qualquer valor até que se complete a carência, normalmente entre 3 e 5 anos, estipulada para que as matronas recuperem o investimento feito em quimonos, maquiagem e outros acessórios.

Assim, as donas de “ochayas” funcionam como agentes das futuras gueixas, perpetuando um mercado lucrativo de exploração da companhia feminina.

Em paralelo à formalidade e tradição das gueixas, estão as “Joshi Kosei” (meninas do ensino médio) que representam uma marca de grande valor no Japão. Na década de 1990, as meninas em idade escolar começaram a vender seus uniformes usados a clientes que tinham fetiches por eles.

A partir daí, garotas com idades entre 16 e 18 anos começaram a praticar o “enjo kosai”, uma espécie de namoro por compensação com homens de meia-idade. O Joshi Kosei business, ou simplesmente, JK business como é conhecido o negócio de exploração desse fetiche, atua em diversas frentes, de diversas formas.

Hifumi Okunuki, professora na Sagami´s Women University e pesquisadora na área de casos legais envolvendo a exploração sexual de mulheres no Japão, faz revelações importantes sobre o assunto.

Segundo ela, o relatório anual do Departamento de Direitos Humanos dos EUA, citou no ano passado a prática do JK o-sanpo como um exemplo de tráfico sexual. JK o-sanpo é o nome que se dá ao passeio que um homem mais velho faz com uma garota do ensino médio, levando-a para uma sala privada de karaoke, que são muito comuns no país.

Manobras para burlar a lei

Este mês, foi descoberta uma nova maneira de exploração deste negócio: meninas do ensino médio, (entre 16 e 17 anos), contratadas por um estabelecimento em Tóquio, recebiam dinheiro para confeccionar origamis para clientes, todos do sexo masculino.

Enquanto elaboravam as dobraduras no papel, as meninas se posicionavam estrategicamente sentadas com as pernas abertas e sem calcinha por baixo das saias do uniforme colegial. A sessão de 40 minutos com essas meninas, custava, em média, 5.000 ienes. Apesar de protegidas por uma vidraça, os clientes poderiam tocar as pernas das meninas, caso houvesse um acréscimo no valor.

No dia 12 de maio, a divisão Juvenil do Departamento de Polícia Metropolitana, prendeu três suspeitos de envolvimento nesse caso, incluindo Takamitsu Fujii, o gerente do local onde as meninas trabalhavam, no distrito de Higashi-Ikebukuro. Os 3 suspeitos não negaram o envolvimento e o gerente ainda declarou que “achava não estar incorrendo em prática ilegal porque as meninas desenvolviam um legítimo trabalho manual”.

Hifumi esclarece que a Lei de Normas Trabalhistas no Japão não permite empregar pessoas menores de 18 anos em lugares que podem ser nocivos à sua saúde física ou mental. Já a Lei do Bem Estar da Criança, que considera “criança” qualquer menor de 18 anos, proíbe que elas sejam empregadas para exercer o trabalho de “acompanhante ou qualquer atividade para entreter clientes”. Apesar disso, proliferam manobras para driblar a lei e enquadrar essas atividades como legítimas.

“O sucesso do JK business, porém, está atrelado à forma como a sociedade japonesa trata a mulher jovem”, declara Hifumi. “Que conselhos podemos dar a essas jovens? Devemos dizer a elas que os adultos estão explorando a sua juventude? Devemos incentivá-las a fazer algum dinheiro com isso e alertá-las para evitar homens perigosos? Devemos ir mais longe e dizer-lhes que, os mesmos homens que adoram a sua juventude agora, vão descartá-las quando a juventude desaparecer? Eu não sei o que dizer a elas. Tudo que eu sei é que eu desprezo esta sociedade que faz com que as mulheres sofram tanto. É hora de uma mudança”, desabafa a pesquisadora.
 

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Jogador de beisebol japonês iguala recorde de lenda do esporte do paí


O jogador de beisebol Ichiro Suzuki, do time Miami Marlins na principal liga profissional americana, empatou o recorde de corridas na carreira da lenda do beisebol japonês, Sadaharu Oh.

Ichiro igualou a marca quando um companheiro de equipe fez uma rebatida, depois de já ter corrido até a primeira base, em um jogo contra o Washington Nationals na sexta-feira. Com este feito, Ichiro tem agora um total combinado de 1.967 corridas nas principais ligas de Japão e Estados Unidos.

Este número empata com o recorde de Oh por mais corridas efetuadas por um jogador de beisebol profissional do Japão.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Coreia do Norte celebra aniversário de seu fundador


Fonte: Nhk 15/04/2015
A Coreia do Norte celebra o aniversário do falecido fundador do país Kim Il Sung na quarta-feira com uma série de celebrações.

O dia 15 de abril é o maior feriado nacional do país.

A liderança norte-coreana deve usar as festividades desta quarta-feira para elevar a autoridade do atual líder Kim Jong Un e ressaltar suas políticas.
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