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segunda-feira, 7 de março de 2016

Segundo grupo, 4,68 milhões de pessoas podem ser vítimas potenciais de morte por excesso de trabalho no Japão



Evitar a morte por excesso de trabalho (karoshi) é uma questão de Estado no Japão. O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social desenvolve um projeto com objetivos numéricos para prevenir ou minimizar o karoshi.

O comitê criado para esta finalidade estabeleceu metas mensuráveis. Uma delas é a redução da proporção de pessoas que trabalham mais de 60 horas por semana para 5% ou menos até o ano de 2020. Outro intuito é fazer os trabalhadores utilizarem pelo menos 70% de suas férias remuneradas, informou o Mainichi Shimbun. No entanto, parentes de vítimas de karoshi e advogados almejam a redução para 0% no número de pessoas que trabalham mais de 60 horas semanais.

Constituído por familiares das vítimas de karoshi, líderes sindicais, líderes empresariais e pesquisadores acadêmicos, entre outros, o grupo propõe a realização de atividades educativas e melhorias nos sistemas de aconselhamento. Um proposta da entidade servirá de base para um projeto de lei que o governo deve aprovar formalmente.

A reportagem do Mainichi divulgou que 17% dos homens na faixa dos 30 anos trabalham mais de 60 horas semanais, situação que os colocam em risco de morte por excesso de trabalho, segundo o comitê. Além disso, 4,68 milhões de pessoas no Japão podem ser potenciais vítimas de karoshi e 16% dos trabalhadores nunca tiraram folga, advertiu o grupo.

No ano passado, 2.227 pessoas se suicidaram por esgotamento ou preocupações com o trabalho no país, conforme a Agência Nacional de Polícia. Apesar disso, somente 63 suicídios no ano fiscal 2013 foram atribuídos oficialmente ao excesso de trabalho.

Por causa da grande diferença entre os dois números, o grupo solicitou uma investigação mais profunda. A preocupação com o karoshi cruzou as fronteiras do Japão e a ONU pediu ao governo japonês para tomar medidas para que seus habitantes não trabalhem tanto.

Coreia do Norte ameaça lançar ataque nuclear preventivo contra Washington e Seul




A Coreia do Norte ameaçou lançar um ataque nuclear preventivo em resposta a um exercício militar conjunto dos Estados Unidos e da Coreia do Sul. Pyongyang diz que a prática é uma provocação que pode desencadear uma guerra nuclear.
As atividades das forças armadas americana e sul-coreana começaram na segunda-feira. O exercício militar conjunto, que é anual, acontece regularmente nesta época do ano.
Também na segunda-feira, a agência estatal de notícias da Coreia do Norte transmitiu uma declaração da Comissão Nacional de Defesa.
No texto, o regime norte-coreano ameaça lançar um ataque nuclear preventivo. E diz que já terminou de preparar possíveis ataques a alvos sul-coreanos.
Ainda na declaração, Pyongyang também afirma ter posicionado poderosas armas nucleares que poderiam ser usadas contra bases americanas na região Ásia-Pacífico e no território continental dos Estados Unidos.
Desde o mês passado, a Coreia do Norte tem expressado sua oposição ao exercício militar conjunto dos americanos e sul-coreanos.
As tensões na região têm aumentado. A Coreia do Norte pode continuar a provocar rivais por meio de lançamentos de mísseis de curto e longo alcance e ações militares nas fronteiras marítimas.
fonte: NHk World 07/03/20016

domingo, 6 de março de 2016

Tóquio vai oferecer novos subsídios para organizações de auxílio a estrangeiros





O governo metropolitano de Tóquio vai oferecer novos subsídios para organizações que promovem o aprendizado do idioma japonês entre residentes estrangeiros.
Atualmente, cerca de 450 mil estrangeiros residem na capital japonesa. Mas este número vem crescendo.
A partir de abril, novos subsídios vão ser oferecidos para organizações que ensinam japonês em nível avançado para estrangeiros. Serão beneficiadas também aquelas que auxiliam os estrangeiros a frequentar escolas de nível médio, universidades, e procurar emprego.

sábado, 5 de março de 2016

Casos de bullying que são reportados em escolas japonesas caem 24,5%




Casos de bullying em escolas, registrados e reconhecidos pela polícia, caíram para 200, uma redução de 24.5% em 2015, marcando a segunda queda anual consecutiva, de acordo com a Agência Nacional de Polícia (ANP).
Um total de 331 estudantes do ensino fundamental ao colegial foram presos ou levados em custódia protetiva por incidentes relacionados com bullying no ano passado, em uma queda de 27.4% do ano anterior.
De acordo com um representante da ANP, a melhora pode estar relacionada com o aumento de conselheiros e assistentes sociais enviados para as escolas. Dos 331 estudantes, 60% eram do ensino médio, 14% do ensino fundamental e 23% do colegial.
Fonte: News on Japan.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Kyoto: homem é preso por colocar câmera escondida debaixo da mesa de sua colega de trabalho



A polícia municipal de Kyoto prendeu o funcionário de 26 anos de idade, de uma empresa de alimentos saudáveis, depois que uma câmera espiã foi encontrada embaixo da mesa de uma de suas colegas de trabalho.
O suspeito supostamente usou fita adesiva para prender a câmera, que media nove por cinco centímetros, embaixo da mesa de trabalho de maneira que pudesse tirar fotografias por baixo da saia da mulher, que tem cerca de 20 anos de idade.
O equipamento tinha o formato de um gancho para roupas, por isso não foi notado. Uma análise do cartão de memória do equipamento revelou que ele tinha 11 clipes de cerca de um minuto cada.
O suspeito, que foi indiciado por violar a portaria metropolitana que proíbe a perturbação da ordem pública, admitiu as acusações. “Eu já fiz isso várias vezes com a mesma câmera”, afirmou em depoimento.
Na manha do dia 6 de fevereiro, a espionagem foi descoberta depois que o equipamento caiu sobre os pés da vítima.
Fonte: News on Japan.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Conheça as sukeban, uma gangue de colegiais que aterrorizava o Japão nos anos 70




Nos anos 70, o Japão foi aterrorizado por gangues sukeban de meninas adolescentes, que levavam lâminas escondidas embaixo de suas saias de escola. Sem surpresa, isso inspirou toda uma geração de cineastas e rebeldes adolescentes de hoje, é o que conta o site Broadly.
Jake Adelstein, escritor especialista em crime japonês explica que na yakuza, as mulheres não tinham e não têm autoridade e quase não há membros do sexo feminino. Na década de 70, o mundo estava falando de feminismo e libertação, e talvez elas sentissem que as mulheres também tinham o direito de ser tão estúpidas, promíscuas, viciadas em adrenalina e violentas quanto seus colegas homens, surgindo, então um grupo paralelo de mulheres que aterrorizavam.
Enquanto as integrantes das gangues sukeban cometiam pequenos crimes e brigavam com gangues rivais, elas ainda mantinham um código de justiça severo. Cada gangue tinha uma hierarquia e seus próprios meios de punição — queimaduras de cigarro eram consideradas sentenças menores por roubar um namorado ou desrespeitar outra integrante da sukeban. Essas garotas tinham seus valores morais e se mantinham firmes a eles. Uma lealdade feroz era mantida nas gangues. E, mesmo odiando o mundo, pelo menos elas estavam odiando o mundo juntas.
Para a Dra. Laura Miller, professora da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, que trabalhava em Osaka, no Japão, durante o ápice das sukeban “parecia que a rebeldia delas estava ligada ao fato de que elas sabiam que nunca se tornariam princesas de escritório ou a esposa adorável de um rico salaryman [uma espécie de executivo engravatado japonês]”.
O legado das sukeban se tornou maior que a soma de suas partes — o que começou com gangues de ladras indisciplinadas se transformou, com ajuda da bolha econômica e do crescimento da exposição na mídia, um dos principais componentes do retrato das mulheres nos anos 70.
“Havia incontáveis filmes, quadrinhos, romances, animes e também versões pornôs dos produtos sukeban da mídia”, lembra a Dra. Miller de seu tempo em Osaka. “Para as mulheres de classe média, as sukeban na mídia eram um alívio bem-vindo, um contraponto a estrelas fofas e alegres como Matsuda Seiko. Para as garotas nas escolas de classe baixa que sofriam bullying das verdadeiras sukeban, elas eram fonte de medo e distanciamento, similar a imagem que os japoneses têm da yakuza. Ao mesmo tempo, também como a yakuza, elas eram admiradas por ter seu próprio código de honra e pelo valor que davam à lealdade nas gangues”.
As gangues de garotas contemporâneas agora andam de moto, pintam as unhas e sobem as saiam como novos meios de solidariedade. Consideradas mais bem-acabadas que suas predecessoras, esses grupos ainda são conscientes de seu status de classe e construções sociais de seu país. Suas noções de sukeban podem ser romantizadas — ou como coloca Adelstein, uma “tentativa deliberada de recriar a mística das gangues, mas da maneira como isso era mostrado, não da maneira como realmente era”. Ainda honrando sua herança, essas novas gangues encontraram conforto e uma plataforma para individualidade e rebeldia que se encaixa para elas, e para mais ninguém.
FONTE: VICE

quarta-feira, 2 de março de 2016

Homem se passa por policial para ter relações sexuais de graça com adolescente


A Polícia Metropolitana de Tóquio prendeu um homem de 28 anos de idade após ele supostamente se passar por um investigador policial para ter relações sexuais com uma prostituta menor de idade, informou o Jornal Mainichi.
Em janeiro do ano passado, Kazuyoshi Matsushita combinou com uma garota, na época com 17 anos de idade,  um encontro ilícito em um hotel no distrito de Kabukicho. Antes do encontro, o suspeito falsamente revelou a ela que era um investigador da Delegacia de Shinjuku e que ele não tinha intenção de pagar pelos serviços.
Matsushita, que foi acusado de violar as leis de bem-estar infantil, admite as alegações: “Achei que fosse desperdício de dinheiro, pensei que poderia levá-la a acreditar que eu era policial, podendo assim, economizar”.
O acusado conheceu a garota através de um aplicativo de namoro, ele apresentou um bloco de notas e crachá falsos que havia comprado online. O bloco de notas tinha espaços em branco para o nome e inclusão de fotografia. O suspeito, então, disse-lhe que ignoraria seu trabalho em troca de uma ‘sessão gratuita’.
Fonte: Agências e ipc digital

terça-feira, 1 de março de 2016

Pikachu completa 20 anos



Neste último final de semana, mais especificamente dia 27 de fevereiro, o primeiro jogo que apresentou as criaturas especiais para o público comemorou 20 anos de lançamento e o início de uma das séries (de games, desenhos, mangás, filmes e cards) mais populares do mundo.
Os desafios de lidar com a viagem atrás de monstros capazes de controlar elementos como fogo, água, gelo e eletricidade continua a fazer parte da vida de muitas crianças e jovens.
Hoje, 20 anos depois, a franquia conta com mais de 50 títulos lançados em diversos consoles, como o Game Boy, o Nintendo DS e Nintendo 64.
São seis gerações de jogos até agora, e a série evoluiu em muitos aspectos, como os gráficos e a quantidade de criaturas disponíveis, que saltou de 150 monstrinhos para 722.
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